Cirandas Audiovisuais

PROJETO CONTEMPLADO NO EDITAL SEDAC nº 10/2020 LEI nº 14.017/2020 (ALDIR BLANC)

 

 

Ciranda é uma grande roda onde os integrantes dançam e cantam ao som de um ritmo lento e repetido. Sugere a união, sintonia, tolerância e igualdade, uma vez que, juntos e de mãos dadas, todos se olham e se enxergam de frente, ocupando posições equidistantes e num grande círculo que remete à conexão e horizontalidade.
Pensando nisso, criamos o CIRANDAS AUDIOVISUAIS. Um projeto multidisciplinar que inclui diversas atividades relacionadas ao fazer e pensar o cinema, a televisão e outras mídias, contextualizando-os como potentes ferramentas de ação, empoderamento e transformação social. Pretende contemplar o desenvolvimento e compartilhamento de ideias, a produção colaborativa e ações de formação e difusão que promovam a redução de barreiras sociais e culturais, a efetiva formação de plateias e a interação entre os diferentes sujeitos. Estimula a desmitificação dessas linguagens, o aperfeiçoamento e a qualificação dos profissionais envolvidos como sujeitos engajados e atuantes nas comunidades onde se inserem.
A partir do contexto da pandemia do novo coronavírus, novas ações vêm sendo adotadas garantindo a continuidade do projeto de maneira segura.

 

 

PROJETOS & AÇÕES

 

Núcleo de criação e produção: Coletivo CIPÓ

Desenvolvido no intuito de incentivar a criatividade, o talento, habilidades e competências dos participantes, estreitando laços e desenvolvendo o espírito de equipe. Aproximando estudantes, jovens realizadores e outros profissionais da área, com estilos e opiniões variadas, é possível quebrar estereótipos e estigmas relacionados à cultura e ao fazer cinematográfico, abrindo espaço a novos olhares, novas formas de analisar e interpretar a realidade, maneiras diferentes de criar e desenvolver boas histórias e consequentemente bons filmes.

 

Produção de curtas-metragens independentes:

Acreditando na força da criação coletiva e na transformação e avanço daí decorrentes, investimos em projetos de curtas independentes e autorais que possam ser viabilizados de maneira alternativa,  através de financiamento coletivo ou de recursos próprios, minimizando a dependência de recursos públicos, revelando novos talentos e contribuindo para a inserção de novos profissionais no mercado. Estes projetos reúnem profissionais já atuantes no cenário audiovisual, compartilhando suas experiências  com integrantes do Coletivo CIPÓ, que participam ativamente da fase de produção e realização destas obras. Buscam a otimização dos recursos físicos, materiais, humanos e intelectuais, aproximando os projetos de seus públicos e estimulando novas formas de perceber e apoiar a produção cultural de maneira mais acessível e direta.

Filmes produzidos:

Fulgor curta de ficção, em finalização.

Bússola – curta de ficção, viabilizado por financiamento coletivo. 

Mocinho e Bandido – curta de ficção, contemplado no edital de curtas do MinC em 2017.

Veraneio – curta de ficção, viabilizado através de financiamento coletivo.

Somos de Ontem feito com financiamento coletivo.

Uivos curta de ficção, viabilizado por financiamento coletivo.

 

Projetos em andamento:

Orquestra de Brinquedos e o Caminhão Brincalhão espetáculo infantil cênico-musical

Ilha do IAPI – documentário – interrompido devido à Pandemia

 

Ações de formação e difusão

Conexões Audiovisuais – realizado periodicamente desde maio de 2016.

Realizado em parceria com entes públicos e privados, como escolas, centros culturais, associações comunitárias, promove exibições de curtas-metragens e outros formatos. Pretende estabelecer a conexão entre os diferentes sujeitos: realizadores, atores, produtores, distribuidores, pesquisadores, ativistas, críticos, estudantes, educadores e comunidade em geral, aproximando estilos e opiniões diversas. Estimula a fruição crítica, a formação de plateias e propicia o acesso a obras regionais e nacionais de qualidade, geralmente limitadas ao circuito de mostras e festivais e desconhecidas do grande público.

Oficinas de produção Audiovisual Realizado desde 2011, são viabilizadas através de ações conjuntas com instituições de ensino públicas ou privadas, geralmente voltadas a crianças, adolescentes e jovens inseridos em comunidades de bairros periféricos, em situação de vulnerabilidade social. 

Arte como Inclusão Idealizado pela cineasta e pesquisadora Tatiany Furuse, “Arte como Inclusão” se utiliza do diálogo aberto e do audiovisual para fomentar o autoconhecimento e a auto aceitação e, por consequência, a saúde mental individual e coletiva, bem como o respeito às diferenças, promovendo diretamente a inclusão e trabalhando o potencial de aprendizagem. O projeto é alicerçado na Ciência, na Convenção Internacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006/Constituição Federal, 2009) e nas novas abordagens sobre saúde mental defendidas pela OMS (2021), além de cumprir quesitos da ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável).

“Arte como Inclusão” é um projeto interativo de arte e educação desenvolvido especialmente para educandos a partir de 12 anos, pais e educadores. Playlist do projeto Arte como Inclusão no Youtube

 

EQUIPE

Produção e coordenação: Flávia Matzenbacher

Coordenação técnica: Lúcio Born

Identidade Visual: Guto Bozzetti

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